Aqui serão postadas matérias, vídeos ou qualquer coisa que eu ache interessante, uma coletânea sem critérios definidos. O que me agradar estará aqui. Simples.
14.3.10
DANCINHAS FUTEBOLESCAS
A moda agora é dançar.
Principalmente nos jogos de futebol. Não perco mais nenhuma peleja.
Há de rebolation a baratas agonizantes.
E o treinamento é importante. Ou vocês acham que aquela desarmoniza é toda improvisada?
Neymar é o novo Beto Lambada, com Robinho contribuindo com a ginga gringa, aprendida nos gramados da Europa.
Como o Vagner Love está fazendo muitos gols, deveria aproveitar o momento para mostrar sua malemolência. Imagina o “Império do Amor” numa coreografia para Total Eclipse of the Heart.
Mas o melhor de todos os grupos é encabeçado por uma dupla Brasil-Colômbia. É imperdível o estilo dançante de Diego Sousa e de Pablo Armero. É o estilo Arrocha-Tchan. O colombiano poderia participar do concurso garota Tchan. E tenho certeza que Diego AR-RA-SA-RI-A em qualquer ArrochaFest.
E tem gente dizendo que futebol é feito somente por 22 homens correndo atrás de uma bola.
Que nada!
Futebol é cultura!
Sem ele, eu nunca teria visto o Arrocha-Tchan.
Sociedade Dançante Palmeiras em novo espatáculo: o Arrocha-Tchan é pra você!
Atualização: Que jogo esse Santos 3 x 4 Palmeiras!
Robert fez 3, né? Vai pedir a musiquinha...
É muito legal ter a Fórmula Indy no Brasil, principalmente para quem gosta de automobilismo.
Ouvi o Kassab dizer que gastou 20 milhões de reais para organizar a etapa.
Tá, tudo bem, muito legal gastar 20 e ganhar 120 milhões.
Mas gastar essa grana e fazer uma pista que parece pista de Mario Kart (liga sotaque do interior paulista) “é brincadeira, né?” (desliga sotaque). Tem trecho que parece ter gelo, com os carros escorregando e rodando em plena reta.
A pista está muito ondulada. Ai vem alguém e diz que todo circuito de rua tem a pista ondulada. Concordo, embora uns mais e outros menos, mas não a ponto de parecer rali.
Não sei quem coordenou a construção da pista. Tudo indica que foi a própria Indy.
A Bia Figueiredo foi uma das vítimas da parte de gelo da pista.
Li uma palestra (pois é, gravaram a palestra e depois transcreveram) do Rubem Alves ontem à noite. Um texto belíssimo, de uma sensibilidade rara, além de ter humor misturado a assuntos sérios. Espetacular. Não há outro adjetivo.
Dois trechos:
"(...) se a gente quer transformar as pessoas, é preciso que a gente aprenda a usar a beleza, porque as pessoas são transformadas, não pela verdade, mas são seduzidos pela beleza. (...) os argumentos não convencem, mas o silêncio da noite estrelada fala mais alto".
"Nós estamos falando em transformação social, a transformação social não se consegue através da ciência, a transformação social se consegue através da sapientia".
Toda vez que escuto essa música eu fico arrepiado. Impressionante.
Sabe quando a gente fala um palavrão quando gostamos de algo?
Mais ou menos assim: PQP, isso é massa! Ca***lho, essa música é f**a! É isso que faço quando escuto Babylon.
O que a letra quer dizer ainda é uma incógnita para mim. Será que ele oferece o hedonismo como algo bom ou ruim? Ele nos chama para Babylon dizendo “vem ser feliz ao lado desse bom vivant”. Logo depois ele diz “cansei de ser duro, vou botar minh'alma à venda”.
Abaixo vai o vídeo de Paulinho Moska cantando “O Mundo”.
A música é toda linda.
A letra é genial.
Quem dera se o mundo falasse a mesma língua.
“Todos somos filhos de Deus
Só não falamos as mesmas línguas
Everyboby is filhos de God
Só não falamos as mesmas línguas
Everybody is filhos de Gandhi
Só não falamos as mesmas línguas”
Passei o reveillon em Fortaleza, onde tocaram Falcão, Paralamas do Sucesso e Alcione. O melhor show foi do Falcão, tendo dois momentos inesquecíveis: primeiro quando cantou “ai minha mãe, minha mãe, é a mulher do meu pai” durante muito tempo até que todos perdessem a paciência e quando relatou sua versão da história da música “Atirei o Pau no Gato”. E indignado setenciou: “nunca mais o Pink Floyd poderá gravar músicas minhas”. É um fanfarrão esse Falcão.
Mas o melhor veio quando eu já estava indo embora. Alcione tocava suas músicas. Até que ela, com aquele vozeirão, começou: “é pedra, é pedra, é pedra, é pedra de responsa, mamãe eu volto pra ilha nem que seja montado na onça”.
Pedra de Responsa é uma composição de Zeca Baleiro e de Chico César.
Abaixo vai um vídeo em que Chico César e Paulinho Moska estão juntos.
Mamãe eu quero sucesso
Dinheiro mulher e champanhe
Mamãe teu filho merece
Vera Fischer very money
Mamãe eu quero sucesso
Dinheiro mulher e champanhe
Mamãe teu filho merece
Demi Moore more money
Update Aquela parte do minhocão eu não conheço, mas é bem engraçada.
Faz uma semana que não posto nada. A vida está um pouquinho corrida, mas a de quem não está?
Vamos ao que interessa.
Esse rapaz maranhense parece um camaleão musical. De “Por Onde Andará Stephen Fray” até “Baladas do Asfalto”, ele passeou por ritmos completamente distintos. A única coisa que não muda é o seu talento de sempre fazer ótimas músicas.
Sempre com pitadas de humor e de reflexões, Zeca Baleiro é um cara que me emociona.
O álbum Líricas é maravilhoso, por isso o vídeo abaixo é de “Comigo”, uma música singela, serelepe e deliciosa.
As letras de Chico Buarque são divinas. Ele é um Fernando Pessoa tropical.
A única coisa que deixa a desejar é um desempenho mais artístico no palco. Mas o problema foi resolvido. Basta assistir e comparar as duas versões que seguem abaixo da música “Teresinha”.
Parece que a imprensa tem a função de criar crise, de tirar a paz e de complicar a vida das pessoas.
As últimas confusões do Adriano surgiram após jornalista inventarem problemas onde não havia. O Imperador precisa ter muita calma, pois não o deixarão descansar.
Toda história começou quando Adriano desembarcou sem a camisa do São Paulo. Pelo fato de não usar a vestimenta correta a imprensa o criticou duramente, dizendo que ele era indisciplinado e que era um caso perdido. O grande problema foi que quem o criticava não dizia que ele não usou a blusa do time porque ela estava suja, e que ele pediu autorização para que usasse outra e foi atendido. Ou seja, o clube permitiu que ele utilizasse outra camisa. A imprensa criou problema onde não havia.
Um jornal na televisão disse que Adriano se envolveu em um acidente. O carro é dele, mas quem dirigia era seu motorista. O artilheiro não tinha nada a ver com a história, mas deram a notícia como se ele tivesse culpa.
Até que tanto mexeram que ele perdeu a paciência. Chegou ao treino atrasado, discutiu com um fotógrafo e foi mais cedo para casa. A imprensa estampou logo nas suas páginas que o São Paulo poderia rescindir o seu contrato.
A imprensa criou a crise. Conseguiu criar um fato que gerasse notícias, mesmo que para isso complicasse a vida de um jogador que tenta se recuperar de inúmeros problemas.